Conselho Estadual de Educação autoriza aulas à distância até o fim do ano letivo de 2020 em Goiás Segundo o órgão, objetivo da publicação é facilitar planejamento pedagógico, mas que escolas, se autorizadas pela Secretaria de Saúde, podem optar pelo ensino presencial.

Conselho Estadual de Educação autoriza aulas à distância até o fim do ano letivo de 2020 em Goiás Segundo o órgão, objetivo da publicação é facilitar planejamento pedagógico, mas que escolas, se autorizadas pela Secretaria de Saúde, podem optar pelo ensino presencial.

O Conselho Estadual de Educação de Goiás (Ceeg) publicou uma resolução autorizando as escolas públicas e particulares – de ensino fundamental e médio – a continuarem com as aulas online até o final do ano letivo de 2020. O mesmo vale para a educação profissional técnica de nível médio.

Segundo o presidente do órgão, Flávio Castro, o ensino superior já havia sido autorizado a fazer o mesmo, mas em outra resolução, e o ensino infantil – de 0 a 6 anos – deve ser regulado por cada município.

O documento foi assinado na segunda-feira (10). Segundo o presidente, o principal objetivo da medida é facilitar o planejamento pedagógico das escolas, que podem se programar para as avaliações até o final do ano.

A resolução destaca que as aulas presenciais só podem ser oferecidas depois que a Secretaria de Estado da Saúde (SES) emitir uma nota técnica com orientações sobre como elas devem acontecer e um novo documento ser elaborado e aprovado pelo Ceeg.

Coronavírus em Goiás

Segundo o boletim mais recente até a publicação desta reportagem, feito pela SES-GO, na segunda-feira (10), Goiás tem mais de 87 mil casos confirmados da Covid-19, sendo mais de 2 mil pessoas mortas com a doença. No Brasil, as mortes já passaram de 100 mil.

A rede pública estadual de saúde tem 270 leitos de UTI exclusivos para Covid-19. A taxa de ocupação na segunda-feira era de 84,7%. Na mesma data, o índice da enfermaria foi de 66,8%.

Já na rede municipal de Goiânia, dos 81 leitos de UTI disponíveis, 77% ficaram ocupados na segunda, e 63% na enfermaria.

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